20/02/20

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2020- FRATERNIDADE E VIDA: DOM E COMPROMISSO


CF-2020 - FRATERNIDADE E VIDA: DOM E COMPROMISSO

Viu, sentiu compaixão e cuidou dele. Lc 10,33-34 













1.Nos convoca a refletir sobre o significado mais profundo da vida e a encontrar caminhos para que esse sentido seja fortalecido e, algumas vezes, até mesmo reencontrado.

2.Será uma campanha que, olhando transversalmente as diversas realidades, nos interpelará a respeito do sentido que estamos, na prática, atribuindo à vida nas suas diversas dimensões: pessoal, comunitária, social e ecológica.

3.Se já não somos mais capazes de perceber a desumana dor ao nosso lado, também nós nos tornamos desumanos.

“Para a eficácia da Campanha da Fraternidade, antes de mais nada, é preciso acreditar nela. E para acreditar nela, é indispensável imbuir-se de sua mística, de sua espiritualidade e dos seus métodos. O estudo atento e equilibrado do documento base será o ponto de partida para a dinamização da campanha. ”
(Dom Aloísio Lorscheider – 1971) 

A ARTE DO CARTAZ
1. Foi aplicada a técnica de mosaico.
2. Cada peça desempenha um importante papel para a formação completa do desenho.
3. Expressa a viva unidade na diversidade de dons e serviços.
O cartaz também apresenta, ao fundo, o Pelourinho, lugar icônico da capital baiana. Padre Patrky explica que a mensagem é de vida doada é vida santificada. A vida é um intercâmbio de cuidado”.
“Por isso que a Irmã Dulce cuida. E seu modo de cuidar sinaliza uma Igreja em saída. Então, é cuidar das pessoas que estão próximas a nós. Onde estou é lugar de cuidado da pessoa, do mundo, da ecologia. Depois, o cenário faz menção à questão do mundo urbano. Amar é fazer o bem! Daí a beleza do cartaz, que está sintonizado com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no que diz respeito ao pilar da caridade, explicou.


               HINO DA CF 2020

Deus de amor e de ternura, contemplamos
Este mundo tão bonito que nos deste
Desse dom, fonte da vida, recordamos
Cuidadores, guardiões tu nos fizeste
Peregrinos, aprendemos nesta estrada
O que o bom samaritano ensinou
Ao passar por uma vida ameaçada
Ele a viu, compadeceu-se e cuidou
Toda vida é um presente e é sagrada
Seja humana, vegetal ou animal
É pra sempre ser cuidada e respeitada
Desde o início até seu termo natural

Tua glória é o homem vivo, Deus da vida
Ver felizes os teus filhos, tuas filhas
É a justiça para todos, sem medida
É formarmos, no amor, bela Família

Mata a vida o vírus torpe da ganância
Da violência, da mentira e da ambição
Mas também o preconceito, a intolerância
O caminho é a justiça e conversão


27/01/20

Dança da Fita na Festa de Santo Antônio de 2010

A Dança da Fita, manifestação milenar de origem européia, instalou-se em nosso país nos estados do sul, através dos imigrantes no século passado. Essa manifestação é uma reverência feita à árvore, após o rigoroso inverno europeu. Nas aldeias, os colonos, no prenúncio da primavera, realizavam a Dança da Fita para homenagear o renascimento da Árvore. Tradição muito antiga dos povos açorianos, trazida ao nosso país pelos portugueses e espanhóis, é também praticada em outros países das Américas, do México até a Argentina. A coreografia desenvolve-se como uma ciranda onde os participantes que orbitam ao redor de um mastro central, durante a translação em ziguezague, vão trançando as fitas, encurtando-a até que fique impossível prosseguir. Faz-se então o movimento contrario, destrançando as fitas. A coreografia segue o ritmo dos instrumentos musicais, como sanfona, violão e pandeiro. A Dança da Fita tinha sua própria música, uma marchinha acompanhada por violas, rabecas, entre outros instrumentos, por causa da regionalização, passou a ter variações na música e nos instrumentos. No Brasil teve grande popularidade durante as festas de Reis, do Divino, do Natal, do Ano-Novo. Hoje, embora mais rara, ainda é encontrada em vários pontos do país, recebendo nomes diversos, como: trancelim, dança-do-trancelim, dança-da-trança, dança-do-mastro, trança-fita, vilão, trançado, engenho ou moinho. Também chamada jardineira e trança esta dança se disseminou nos estados do Sul. No Rio Grande do Norte aparece no final do bumba-meu-boi, com o nome de engenho-de-fitas. Na Amazônia é parte da dança-do-tipiti.































23/01/20

Galeria de Fotos




A foto não está legal, mas é de quando encenávamos a vida de Cristo no pátio da Igreja.

O altar original
Esta é a Procissão que fala acima













VISITA DO PE ALEXANDRE UMBELINO EM 2015