09/06/21

Santo Antônio, rogai por nós!

 

Santo Antônio

O mês de Junho, em nossa Comunidade, é marcado pela alegria em celebrar e festejar o nosso padroeiro, Santo Antônio. Este santo, tido como um dos mais populares da nossa Igreja, não é só da Igreja, nem só dos Franciscanos, mas ele pertence ao mundo inteiro. Dele aprendemos muito, pois é o santo mais próximo do coração das pessoas. Parece que ele entende as necessidades básicas e mais íntimas dos seres humanos.

É o ombro amigo que acolhe nossas necessidades e as apresenta a Deus. É uma figura concreta, sempre nos mostrando que é preciso sentir-se bem fazendo o bem. Nos ajuda a viver com mais abertura para Deus e para os irmãos. 

Celebrar Santo Antônio é também reavivar em nós aquelas virtudes que marcaram sua vida e o fizeram grande perante Deus e o mundo: solidariedade, proximidade, firmeza, ternura, confiança, fé e amor às pessoas. Assim como Santo Antônio, todos os outros santos e santas nos apontam o caminho para Deus, fonte primeira de todo Bem, toda Graça e Verdade

Que seu exemplo e testemunho nos anime sempre mais. Ao celebrarmos nosso padroeiro nossa liturgia bem feita alimenta nossa fé, alegra e encanta nosso coração, cria esperança, motiva a comunhão e a pertença ao Povo de Deus. Ilumina nosso caminhar, dando mais sentido à nossa vida. Somos membros do mesmo corpo, a Igreja, por isso cada um é importante no que faz e cuida.

De Lisboa ou de Pádua?

 Por alguns ele é chamado de Santo Antônio de Lisboa, cidade onde nasceu. Outros
preferem chamá-lo de Santo Antônio de Pádua, lembrando a cidade onde exerceu suas funções e onde morreu. 

Cada um desejando a glória de que o Santo tenha sido de sua cidade. Quem acabou resolvendo essa "disputa" foi o Papa Leão XIII que chamou Antônio de "o santo do mundo todo". E Leão XIII tinha razão: a devoção a Santo Antônio é universal. Ele é verdadeiramente Santo Antônio de todo o mundo.. 

Embora tendo uma vida terrena curta - morreu aos 36 anos - tornou-se um dos santos mais populares do mundo, sendo venerado tanto no Oriente quanto no Ocidente, no norte e no sul. No Brasil, a devoção a Santo Antônio foi uma herança deixada pelos portugueses.

Imagens símbolos de Santo Antônio e o que elas de fato significam



 O Livro dos Evangelhos: Santo Antônio segura no braço o livro aberto. Pode ser o Livro dos
evangelhos ou toda a Sagrada Escritura. Ele tinha grande amor pela Palavra de Deus; estudava, meditava, rezava, vivia e anunciava a Palavra. Sobre o livro está o Menino Deus. Ele encontrou Jesus Cristo no Evangelho. - 

O Menino Jesus nos braços de Santo Antônio: O Menino Jesus está de pé sobre o Evangelho e segurando o Globo terrestre; é o Cristo Senhor do Universo. O sentido mais profundo é que S. Antônio encontrou a pessoa de Jesus no Evangelho e o apresenta ao próximo pelo seu testemunho de vida e pregação. - 

A Cruz: A Cruz indica sua vocação missionária. Quando jovem ele pertenceu ao Mosteiro de S. Cruz em Coimbra. Ele prega sobre o Mistério da Cruz de Cristo, mistério do Amor de Deus para com a humanidade toda. - 

Os Lírios: O Lírio na mão do santo não é exclusivo da imagem de Santo Antônio. Conta- seque na sua juventude sofreu forte tentação contra a pureza, vencida com a penitência e a graça de Deus. Por isso temos a Cruz que floresceu em lírios. O lírio representa a virtude da pureza e a vitória sobre a tentação e sobre todo mal. O lírio é símbolo do amor consagrado ao Senhor, amor que exige renúncia. - 

O PÃO: Santo Antônio comovia- se com a pobreza e a fome das pessoas. Certa vez distribuiu todo o pão do seu Convento aos pobres. O frade padeiro ficou em apuros, pois na hora da refeição não tinha pão. Foi contar a S. Antônio e este mandou que olhasse melhor na padaria, pois encontraria os pães. O irmão foi e ficou assustado quando viu os cestos cheios de pães. Nasceu assim a devoção do “pãozinho de S. Antônio”. O milagre do pão de S. Antônio continua hoje em seus devotos que sabem partilhar seus bens, nas ações de caridade e de solidariedade com os pobres. Não é apenas dar esmola, mas dar se ao próximo, fazendo da sua vida uma verdadeira partilha. - 

INTERCESSOR EM TODAS AS NECESSIDADES: Santo Antônio é o santo que está mais ligado ao dia a dia da vida das pessoas; parece que ele entende da realidade da vida, particular ou familiar. Por isso sua ligação com a saúde, o emprego, o alimento, o amor, os pobres, o casamento.... -

 O DIA DA TERÇA- FEIRA: Em todas as Igrejas e Conventos que tem como padroeiro Santo Antônio a terça- feira é o dia da semana que se faz uma devoção a este santo, através de uma missa votiva e da benção e distribuição dos pães. A origem dessa devoção na terça- feira é que ele teria morrido numa terça- feira. Por isso é lembrado semanalmente nesse dia.

  Bendito seja Deus que nos deu na pessoa de Santo Antônio um modelo e nos mostrou o caminho para a santidade. “Que sua vida, alimentada no Evangelho, a exemplo de S. Antônio, se transforme sempre mais em PÃO DOS POBRES”! (autor:Frei Jorge Luiz Maoski)

O que é a Trezena? 

São as orações que se fazem em louvor a Santo Antônio nos treze dias antecedentes à sua festa. Esta devoção é muito antiga: teve origem em Bolonha, na Itália, no ano de 1617. Uma senhora, necessitando de um grande favor dos céus, recorreu a Santo Antônio com
insistência, por nove terças-feiras sucessivas visitou sua imagem na Igreja de São Francisco, e aí rezava com fervor. Alcançou de modo admirável o que desejava. A notícia se espalhou e muitas pessoas necessitadas de graças e bênçãos seguiram seu exemplo de visitar a Igreja durante nove terças-feiras para rezar com fé, diante da imagem de Santo Antônio. Como se multiplicassem as graças e milagres, essa prática se divulgou rapidamente. Mais tarde, o número das terças-feiras foi aumentando para treze, uma vez que o Santo passou para a eternidade no dia 13 de junho de 1231.


Máximas de Santo Antônio - 

Cessem as palavras, falem as obras. 

- A mansidão e a humildade são as virtudes mais queridas aos olhos de Deus e das pessoas. - Nada é difícil para quem ama. 

- O amor de Deus e ao próximo conduz à perfeição.

- Feliz aquele que é capaz de se condoer dos pobrezinhos.

- Deus vigia pelos humildes e pelos que produzem boas obras. 

- O justo oferece preces à santíssima trindade na prosperidade e na adversidade. 

- Estende a mão ao pobre, para que recebas em dobro da mão de Jesus Cristo. 

- Quando falares, não digas de ninguém ausente senão o bem. 

- Não basta afastar- se do mal, se não praticas o bem. - O caminho da sabedoria é a humildade; qualquer outro caminho é tolo, porque é da soberba. 

- Assim como o homem exterior vive do pão material, assim o interior vive do pão celeste. - Deus se oferece a todos e está pronto para ajudar a todos. 

- Tudo o que fizeres por vanglória é totalmente perdido. 

- A ambição não permite a paz da alma. 

- O sinal da humildade costuma aparecer nos olhos. 

- O orgulho dispersa, a humildade ajunta. 

- A ira e a inveja são desarmadas quando a razão predomina. 

- É pequeno quem ama os bens terrenos; é grande quem ama os bens eternos. 

- Assim como o peixe é batido pelas ondas do mar, sem que morra com isso, também a fé não se quebra com as adversidades. 


Os Milagres de Santo Antônio

Santo António será sem dúvida o ‘Santo dos Milagres’ e de todos aquele
que mais merece esse epíteto no mundo cristão.

A sua taumaturgia iniciada em vida com uma pluralidade de milagres que lhe valeram a canonização em menos de um ano, é, na história da Igreja, a mais vasta e variada.

De Santo ‘casadoiro’ a ‘restituidor do desaparecido’, passando por ‘livrador’ das tentações demoníacas, a Santo António tudo se pede não como intercessor mas como autoridade celestial. No entanto, cingir-nos-emos a milagres operados em vida como paradigmáticos dessa taumaturgia: Santo António a pregar aos peixes, livrando o pai da forca e a aparição do Menino Jesus em casa do conde Tiso.

Santo António prega aos peixes- reza a lenda que estando a pregar aos hereges em Rimini, estes não o quiseram escutar e viraram-lhe as costas. Sem desanimar, Santo António vai até à beira da água, onde o rio conflui com o mar e insta os peixes a escutá-lo, já que os homens não o querem ouvir. Dá-se então o
milagre: multidões de peixes aproximam-se com a cabeça fora de água em atitude de escuta. Os hereges ficaram tão impressionados que logo se converteram. Este milagre encontra-se citado por diversos autores, tendo sido mesmo objeto de um sermão do Padre António Vieira que é considerado uma das obras-primas da literatura portuguesa.

Santo António livra o pai da forca. Conta a lenda que estando o Santo a pregar em Pádua, sentiu que a sua presença era necessária em Lisboa e recolheu-se, cobrindo a cabeça em silêncio reflexão.


Simultaneamente (e mercê do dom de bilocação) encontra-se em Lisboa, onde seu pai tinha sido injustamente condenado pelo homicídio de um jovem. Este, ressuscitado e questionado pelo Santo, afirma a inocência do pai de Santo António e volta a descansar.

Liberta-se assim o inocente que por falso testemunho tinha sido acusado. Santo António põe-se então ‘a caminho’ e subitamente ‘acorda’ no púlpito em Pádua recomeçando a sua pregação. Representam-se assim aqui dois fatos miraculosos num só: a bilocação e poder de reanimar os mortos.

A Virgem Maria entrega o menino Jesus, este também é  reportado na crônica do Santo, ocorre já no fim da sua vida e foi contado pelo conde Tiso aos confrades de Santo António após sua morte.


Estando o Santo em casa do conde Tiso, em Camposampiero, recolhido num quarto em oração, o conde curioso espreita pelas frinchas de uma porta a atitude de Frei António; depara-se-lhe então uma cena miraculosa: a Virgem Maria entrega o Menino Jesus nos braços de Santo António. O menino tendo os bracinhos enlaçados ao redor do pescoço do frade conversava com ele amigavelmente, arrebatando-o em doce contemplação. Sentindo-se observado, descobre o ‘espião’, fazendo-lhe jurar que só contaria o visto após a sua morte.

Jumentinho se curva diante da Eucaristia - Durante uma pregação, cujo tema era a Eucaristia, um homem se levantou dizendo: “Eu acreditarei que Cristo está realmente presente na Hóstia Consagrada quando vir o meu jumento ajoelhar-se diante da custódia com o Santíssimo. Sacramento”. O Santo aceitou o desafio. Deixaram o pobre jumento três dias sem comer. No momento e lugar pré-estabelecido, apresentou-se Antônio com o ostensório e o herege com o seu jumento que já não aguentava manter-se em pé devido ao forçado jejum. Mesmo meio-morto de fome, deixou de lado a apetitosa pastagem que lhe era oferecida pelo seu dono, para se ajoelhar diante do Santíssimo Sacramento.

“O “pão de Santo Antônio” tem sua origem num fato curioso que se conta a respeito de Santo Antônio. Diz que ele se comovia tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do Convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, quando, na hora da refeição, percebeu que os frades não tinham o que comer.

Atônito, foi contar ao santo o ocorrido, porque pensava que alguém tivesse roubado o pão.


Santo Antônio mandou que o padeiro verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. Para sua surpresa e alegria, encontrou os cestos transbordando de pão, em tanta quantidade que foram distribuídos aos frades e aos pobres do Convento.

Junto à piedade há também uma espiritualidade: o pão se consolida na partilha. Só quem o distribui se habilita a recebê-lo. Ele lembrará sem
pre que haverá multiplicação onde houver amor. E cada pedaço de pão trará consigo o sinal do Pão Vivo, descido do céu, Jesus, tornado Eucaristia, pão partilhado, para todo ser humano.” 

A receita

O pão de Santo Antônio é simples de fazer.

Ingredientes:

600 g de farinha

250 ml de leite

80 g de açúcar

50 ml de óleo

1 ovo

um pouco de rum

20 g de levedura de cerveja

uma pitada de sal

1 gema para pincelar os pãezinhos

3 colheres de açúcar para a cobertura.

Modo de preparo:

Prepare a massa em um recipiente, juntando a farinha, o leite, o açúcar, o óleo, a levedura, o rum e o sal. Mexa tudo muito bem. Divida a massa em 24 pãezinhos e coloque-os para descansar por uma hora.

Passado esse tempo, pincele os pãezinhos com a gema misturada a uma colher de leite. Leve ao forno por 20 minutos à temperatura de 180 graus.

Depois de assados, pincelar os pães com um melado de açúcar e água.

O Santo Casamenteiro

Reza a lenda que, certa vez, em Nápoles, havia uma moça cuja família não podia pagar seu dote para se casar. Desesperada, a jovem – ajoelhada aos pés da imagem de Santo Antônio – pediu com fé a ajuda do Santo que, milagrosamente, lhe entregou um bilhete e disse para procurar um determinado comerciante. O bilhete dizia que o comerciante desse à moça moedas de prata equivalentes ao peso do papel. 

Obviamente, o homem não se importou, achando que o peso daquele bilhete era insignificante. Mas, para sua surpresa, foram necessários 400 escudos da prata para que a balança atingisse o equilíbrio. Nesse momento, o comerciante se lembrou que outrora havia prometido 400 escudos de prata ao Santo, e nunca havia cumprido a promessa. Santo Antônio haveria de fazer a cobrança daquele modo maravilhoso. A jovem moça pôde, assim, casar-se de acordo com o costume da época e, a partir daí, Santo Antônio recebeu o epíteto de “Casamenteiro”.


Aos devotos e devotas de Santo Antônio, desejamos que suas vidas, alimentadas no evangelho, a exemplo de Santo Antônio, se transformem sempre mais em “pão dos pobres”

20/12/20

Afrescos da Igreja Católica- Obra do Artista Italiano Alberto Bogani - Comunidade de Santo Antônio - Rio Bananal/ES

 Igreja Católica de Santo Antônio 

 Bairro Santo Antônio - Rio Bananal/ES.

Construída em 1937, possui em seu interior (paredes e teto) afrescos sobre gesso, pintados pelo artistas italiano Alberto Bogani, acervo este que lhe confere o título de a segunda mais bonita do Estado do Espírito Santo. As pinturas foram feitas nos anos de 1961, 1962, 1963, retratando personagens e histórias da Bíblia. Os fiéis católicos dessa Comunidade se orgulham desse patrimônio. 




Teto sobre o Presbitério













A ANUNCIAÇÃO





NO TETO DA IGREJA: A ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA


Personagens



O NASCIMENTO DE JESUS


AS BODAS DE CANÁ


A FAMÍLIA DE NAZARÉ: JESUS, MARIA E JOSÉ


Os vitrais nas janelas a esquerda de quem entra nos trazem Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora da Penha e Nossa Senhora Aparecida. (infelizmente nossos vitrais sofreram  com o vandalismo)


                                                            








Os vitrais nas janelas a esquerda de quem entra nos trazem três milagres de Santo Antônio.
Santo Antônio foi pregar na cidade de Rímini, onde dominavam os hereges que resolveram não ouvi‑lo em hipótese alguma. Frei Antônio subiu ao púlpito e quase todos se retiraram e fugiram. Não esmoreceu e pregou aos que tinham ficado. Inflamado pela inspiração Divina, falou com tal energia que os hereges presentes, reconheceram seus erros e resolveram mudar de vida. Mas o Santo não estava contente com o resultado parcial Retirou‑se para orar em solidão, pedindo ao Altíssimo que toda a cidade se convertesse.

Saindo do retiro, foi direto às praias do Mar Adriático e, em altos brados clamou aos peixes que o ouvissem e celebrassem com louvores ao seu supremo Criador, já que os homens ingratos não queriam fazê‑lo. Diante daquela voz imperiosa, apareceram logo os incontáveis habitantes das águas, e se distribuíram ordenadamente, cada qual com os de sua espécie e tamanho. Os peixes ergueram suas cabeças da água e ficaram longo tempo imóveis, a ouvi‑lo.

Milagre Eucarístico: Santo Antônio e a Mula do Erege
Em Rímini, para mostrar as dificuldades que tinha com os cátaros, é o milagre da mula. Havia na cidade um certo Bonillo, que era cátaro há mais de trinta anos e já tinha atingido o grau de “perfeito”. Como cátaro, rejeitava ele os sacramentos da Igreja, especialmente o sacramento da Eucaristia. Mas ele temia uma disputa oral com Antônio.A biografia mais antiga de Santo Antônio, A Assidua, traz as palavras exatas que Bonovillo disse ao santo: “Padre! Eu te digo diante de todos: acreditarei na Eucaristia se a minha mula, que farei jejuar durante três dias, coma a Hóstia que tu oferecerás e não o feno que eu darei”. A mula, ainda que estivesse esfomeada por causa do jejum, inclinou-se diante da Hóstia consagrada e rejeitou o feno.

Em Rimini é possível visitar a Igreja edificada em memória do Milagre Eucarístico realizado por Santo Antônio de Pádua no ano de 1227. Esse episódio também é citado na Benignitas, uma das obras mais antigas sobre a vida de Antônio.

Santo Antônio apresentou-se com a Hóstia Consagrada dentro de um Ostensório e Bonovillo seguido pelos seus aliados na incredulidade, com a sua mula esfomeada. O Santo milagroso, depois de ter pedido e obtido silêncio, virou-se para a mula e disse: “Em virtude e em nome do teu Criador que, por mais que eu seja indigno, tenho nas minhas mãos, te ordeno: avança rapidamente com o devido respeito e rende homenagem ao Senhor; para que os malvados e os hereges compreendam que todas as criaturas devem humilhar-se diante do Criador que está nas mãos dos sacerdotes sobre o altar”. O animal, rejeitando o alimento, aproximou-se imediatamente e com docilidade do religioso e diante da Hóstia dobrou reverentemente as patas dianteiras.

Antônio não tinha se enganado sobre a sinceridade do seu adversário, ele se jogou aos seus pés e abdicou publicamente dos seus erros, convertendo-se daquele dia em diante num dos mais zelosos cooperadores do Santo taumaturgo.


Certa vez, Santo Antônio precisou de alojamento em Pádua e um senhor nobre, da família dos Condes de Camposampiero, teve a honra de o acolher em sua casa. Uma noite, vendo do lado de fora do quarto de Frei Antônio alguns raios de luz, aproximou-se e viu o Santo segurando nos braços um gracioso Menino que suavemente o acariciava.
Ficou cheio de espanto por tão extraordinária maravilha. Compreendeu que se tratava do Menino Jesus que se tornara visível ao Santo para recompensá-lo com celestes consolações pelas fadigas sofridas. Enquanto ainda observava, o Menino desapareceu. Saindo do êxtase, Frei Antônio deixou o quarto e dirigiu-se ao dono da casa, dizendo que sabia que ele o havia observado durante a aparição. Pediu então com insistência que não revelasse o que tinha visto. O senhor cumpriu a palavra, somente revelando o fato depois da morte do Santo. A história o tocara profundamente e todas as vezes que a relatava, não conseguia reter as lágrimas.

PERSONAGENS
Rainha Ester


A ÚLIMA CEIA
PENTECOSTES
JESUS É DESCIDO DA CRUZ




O Pintor deixou seu perfil em uma das colunas da Igreja

No teto da Cantoria a Natureza foi exaltada.




























O ANJINHO QUE ACENA COM A CABEÇA QUANDO VOCÊ DEPOSITA UMA MOEDA. NO ANO DE 2019 NUM ASSALTO À IGREJA ELE FOI TODO QUEBRADO. GRAÇAS AO TRABALHO DE  DANDE NEVES E TEVE SUAS FORMAS RESTAURADAS.

AQUI A LADAINHA A NOSSA SENHORA



















Muitas pessoas contribuíram para que o grande trabalho foi realizado. Esses nomes ficaram escritos nos cantos inferiores de cada quadro.

nos cab


























O Pintor Alberto Bogani também se fez presente neste quadro. O jovem de óculos. 




Alberto Bogani quando esteve no Seminário de Rio Bananal (Terceiro da esquerda de óculos)

Alberto Bogani quando visitou nossa Igreja em 2013
Da esquerda Sr Altamiro Mauricio, esta que fez este blog, Alberto Bogani, Enya Soela Tavares e João Eurico Vaneli (Lolô)